sábado, 1 de setembro de 2007

Noite tardia

Cacimba de uma noite tardia
envolvente, inibidora.
Os corpos ondulam
em sedas macias.
Uma lágrima sulca rostos
desfigurados
em inconsciente vertigem
numa manhã
que não acontece.

1 comentário:

Manuela Fonseca disse...

Um poema ao teu jeito numa noite de reflecção...

Beijinhos