sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Rói esta dor sem sentido

Rói esta dor sem sentido,
de mágoa, de perdição.
Escrevo-te como se outra fosse
e desespero na espera.

Olha-me,
.....

cobre meu corpo de mimos,
de poesia sem palavras,
de sentimentos
consentidos
como se os corpos
se fundissem
e o prolongamento de ti
fosse eu,
apenas eu
sem dúvidas,
sem feridas,
sem olhares tristes.

4 comentários:

FM disse...

Há poesias que são ondas perdidas
com destino de barco ancorado
letra a letra remando, sentidas
nas dores que se sonha acordado.

Fernando Manuel Pereira
sempreemluta.nireblog.com

Manuela Fonseca disse...

"E o prolongamento de ti fosse eu, apenas eu..."

Lindoooo!!!

Beijinhos*
Manuela

Nilson Barcelli disse...

Belo poema, ainda que "roído de dor"...
O amor, por vezes dói mesmo. E muito...
Bfs, beijinhos.

Joana disse...

Lindíssimo... beijinhos xxx