sábado, 8 de setembro de 2007

Fios de prata

Fios de prata
numa moldura transparente
onde as emoções dançam
em silêncios de preces.
São de prata
ou de ouro
a ilusão pertence-me.

Galopo
nas crinas perfumadas
deste unicórnio
que me transporta
em segredo.
E em silêncio
escutado por muitos,
na tranquilidade estranha
que se entranha em mim,
nos postigos
das minhas lembranças,
nas portas que no tempo
se vão abrir
em passadeiras
multicolores
de pétalas soltas,
...
........
desfio
e fio
fios de prata
de mim.

4 comentários:

Manuela Fonseca disse...

Belo! Belo! Belo!! Dos mais belos que já li de ti!

Parabéns!!

Beijinhos da amiga
Manuela***

Vera Carvalho disse...

Minha querida, este teu poema é como uma jóia de prata, de ouro, não sei, mas brilha a cada verso.

Crítica&denúncia disse...

Não a conheço e passo atraída pelos teus versos; coisa lindaaaaaaa ! Amei e voltarei, beijo Alda

Rosa Maria Anselmo disse...

Olá Alda
Na impossibilidade que tive de deixar um comentário no seu blog, espero que veja este meu agradecimento pelo seu tão simpático comentário.
Volte sempre é bem vinda.
jinhos
Rosa Maria